CEAP, a escola da família

UMA HISTÓRIA PARA CONTAR

1º Lugar - 6ª Série


O CEAP na vida de Michele

Nayla A. Hartem


Michele Taíse Burkhard, 32 anos, estudou no CEAP durante 9 anos (de 1987 até 1995). Seu diretor naquela época era Luiz Paulo Mauhs, ela conta que quando estavam na 4ª série estavam se iniciando os grupos de dança e os ensaios eram no auditório do CEAP.

Ela diz que amavam ir aos ensaios, pois os meninos levavam seus skates e todos desciam a rampa sentados no skate. “Aquilo era uma grande aventura, pois a rampa parecia enorme”, conta Michele. Um dos meninos caiu do skate e desceu a rampa rolando, “foi aquela ‘mijada’ nos meninos, e nós ali, bem santinhas, foi eles que levaram (risos)”.

Michele diz que as normas de disciplina eram rígidas, os alunos não podiam ficar pelos corredores, “na minha época, tinha o Adão que controlava os corredores”, conta.

A importância do CEAP para ela foi muito grande, “havia normas que deveriam ser seguidas, e hoje também sigo normas em lugares diferentes e de formas diferentes. Acredito que o ensinamento que tive no CEAP me ajuda a seguir as normas que são exigidas hoje”, diz.

Os professores que ela mais gostava era o Irineu, “todo mundo tinha medo dele, mas era o cara mais parceria”; gostava também da Enedina, profe de Ciências, pois tinha uma paciência para ensinar sobre os animais e sobre coisas químicas, revela.

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